sábado, 10 de setembro de 2016

O Jarvis voltou!

Bem, como eu havia comentado no post anterior (quanto tempo...), nosso herói estava "internado" na concessionária devido ao vazamento de todo o líquido de arrefecimento. Foram exatos 16 dias sem ele na garagem - mais por minha falta de tempo para buscá-lo que propriamente pela peça, que chegou até que rápido) mas, finalmente, ele está de volta.

O responsável por essa internação foi esse moço aqui:


Notem que na parte de baixo da foto há uma espécie de bico. Pois esse bico é justamente a saída do reservatório, que se conecta a uma mangueira que leva o fluido pelo devido circuito de arrefecimento. O resultado vocês conferem na foto a seguir:



(Desnecessário dizer que por razões de segurança auricular eu evitei cruzar com o síndico por um bom tempo...)

Um dado interessante que descobri ao mexer na peça velha foi a data de fabricação:

Honestamente falando, não me entra na cabeça que uma peça com relativamente pouco tempo de uso quebre da maneira como quebrou. Não sei como a banda toca em relação a isso no modelo 2016 do PCX mas seria uma boa a Honda dar mais atenção a esse pormenor.
Até porque não só sou eu que esquentei a cabeça por causa disso. No PCX Clube o tópico referente ao reservatório (http://www.pcxclube.com/viewtopic.php?f=21&t=423) tem "só" 12 páginas. Ou seja, o problema tem tudo pra encabeçar a lista de checar com atenção quando o assunto for adquirir um PCX usado.

Felizmente, isso é passado e o Jarvis já voltou a casa paterna. Em parte pra tirar o "mofo", em parte pra avaliar o reparo, ele está rodando bem desde a semana passada, nas mais variadas condições. Até de noite, coisa que raramente faço devido ao frio que faz em Santos, ele tem rodado. A cada parada, vou lá sob o banco e checo o nível. Por enquanto, tudo bem com ele.

Agora estou com ideias "malígnas" na cabeça. Quem sabe, depois de outubro, pinte uma oportunidade de cair na estrada. Até lá, ele vai esticar bem as canelas na cidade mesmo.


Abraços Cotidianos!





sábado, 20 de agosto de 2016

Fui ali... mas já volto!

Boa dia, Cotidianos!

O blog anda meio parado, né? Mas, calma, tem explicação.

Estou sem internet em casa por um problema com o modem que, espero, seja resolvido essa semana ou mais tardar na próxima. E o serviço de internet no trabalho é todo bloqueado. Resultado: blog parado.

Mas não quer dizer que falte assunto dos nossos heróis...

                                                                          -*-

O Jarvis está internado na concessionária desde segunda-feira, 15 de agosto, por um vazamento de fluido de arrefecimento. Sim, isso mesmo, aquele mesmo fluido que ele bebia com o mesmo gosto que eu bebo uma Germania 55 vazou por completo durante o banho que dei nele no Dia dos Pais. Fui completar (mais uma vez...) o bendito do fluido e ele vazou inteirinho, formando um rio verde no chão da garagem. Na concessionária veio o diagnóstico: mangueiro que sai do reservatório danificada. Prazo de chegada da peça: 15 dias.Rombo no bolso: R$ 150,00 (mangueira+frasco de fluido+mão-de-obra). Fazer o que, né? Agora estou na espera da volta do paciente, e assim que voltar vai ser submetido a uma "avaliação física" pra ver se está "curado."


E assim como o Jarvis, o Herbie também viu, finalmente, a cor da limpeza:

"ALLEZ LE BLEU"

Depois de dois meses, um dia surgiu a oportunidade de levá-lo num lava-rápido de um posto Ipiranga ("pergunta lá..."). Limpeza só externa, por R$ 10,00, mas que foi mais que suficiente pra tirar a nhaca.


Pra vocês term uma ideia de como andava a coisa, foi só depois da lavagem que eu percebi essa raspada no parachoque:

Nada que uma cera não resolva...

E depois, um passeio a beira-mar numa tarde que o sol foi o astro principal:





E brevemente ele também vai pra concessionária, pra revisão e - UFA! - correção do problema da buzina. Ah, lembram daquele ruído que eu achava que vinha da cobertura do teto panorâmico? Pois é, não era de lá, e sim do tampão do porta-malas. Tirei o tampão um dia, rodei e o barulho sumiu. Recoloquei e nunca mais o barulho voltou (que bom, continue assim!).

Brevemente voltaremos a rotina de postagens, com a "avaliação física" do Jarvis e novidades sobre o Herbie.

Espero vocês!

Abraços Cotidianos!




domingo, 31 de julho de 2016

Os tratos de sábado a noite

Já vão para dois meses - sem exagero - que a frota do Velocidade Cotidiana não sabe o que é uma boa lavada. Desde que voltei a trabalhar não tive tempo de dar o devido trato neles. Até tenho um local onde posso fazer isso mas a falta de tempo e o fato do cachorro que faz a guarda estar sempre solto lá nos fins de semana me impedem de lavá-los "a moda da casa." O Jarvis ainda dá pra ser lavado na garagem aqui do prédio mesmo, mas o Herbie não tem jeito: é Vap ou nada.

Enquanto não chega a hora de dar o devido trato a frota, vamos nos ocupar com o que temos mais a mão. Por exemplo, meu capacete também pedia um "carinho" depois de cinco pancadas de chuva e uma queda que soltou a viseira de um dos lados. Boa oportunidade pra tirar o mofo do meu kit de lavagem.






O trato em si me consumiu poucos minutos. Lavei o casco e a viseira com sabonete de glicerina, ótimo pra remover gordura e impurezas diversas. Depois foi só usar a cera com o algodão, bem melhor que estopa, e finalizar com os panos de microfibra


E assim se passou mais um sábado a noite. Semana que vem, sem falta, é a vez da frota receber os devidos cuidados.


Por hoje é só.
Abraços Cotidianos!



terça-feira, 26 de julho de 2016

Um domingo qualquer

Fazia tempo, mais de um mês pra ser exato, que não dirigia pelo simples prazer de dirigir. Dirigir por gosto, não por obrigação.
Eis que, com todos os compromissos do trabalho, só me restou tempo de correr atrás das minhas coisas no fim de semana. Excelente oportunidade de unir o útil ao agradável, ou seja, dirigir.

Antes, porém, uma passada no posto se fez necessária.


Sinceramente, não consigo sequer lembrar quando foi a última vez que vi o marcador de combustível assim. Na merda que eu estava, era só R$ 20-30 de álcool e evitando ao máximo usar o carro pra não gastar. Aproveitei e abasteci o reservatório da partida a frio mas acabei esquecendo de pedir pra colocarem a Podium que, segundo os que conhecem do assunto, dura mais no reservatório que a comum. Paciência. Fica para a próxima vez.

Carro abastecido, pneus calibrados (33 libras), companhias a bordo, lá fomos em três pessoas rumo Praia Grande procurar... blusas de inverno. Evidente que essa foi a "missão secundária" dessa tarde ensolarada de domingo. O principal era rodar, e isso foi feito com gosto. Da hora que sai do posto até chegar em casa, foram exatos 65 km rodados. Pouco, mas o suficiente pra desopilar a mente fazendo o que mais gosto, sem pressa e em boa companhia. Até o carro se beneficiou desse alto astral, melhorando sua média de 6,5 para 8,9 km/l. Ainda é pouco mas tende a melhorar conforme os quilômetros forem se acumulando no hodômetro digital.

No meio do caminho, necessitamos do GPS. Até então eu vivia batendo cabeça com ele, a ponto de andar com um Guia Quatro Rodas de 2005 no porta-luvas de tanta raiva depois de me perder gloriosamente por causa dele indo buscar minha mãe em Cumbica. Meu pai já havia me dado a dica de usar a opção compromisso tempo-distancia, e foi o que fiz. Resultado? 110% de acerto. Confiança no equipamento plenamente restabelecida e uma lição pros futuros percursos.

E tão bacana como começou, o domingo terminou. Agora o 208 repousa em sua garagem, com alguns kms a mais e com o marcador do mesmo jeito que na foto. 

(Ah, e a propósito... comprei a blusa também)


Abraços cotidianos!

terça-feira, 12 de julho de 2016

A turma do funil

Quase um ano rodando com o Jarvis e uma certeza: se em termos de consumo de combustível ele é um autêntico "pão-duro",o mesmo não pode ser dito do líquido do arrefecimento.
A primeira completada foi aos 1371 km, em janeiro de 2015. Agora, aos 3468 km, foi preciso completar mais uma vez o nível, visto que o reservatório estava mais vazio que meu bolso.

Detalhe: dei conta da falta desse fluido saindo pro trabalho, as 7:40 da manhã. E tinha que estar lá as 8 em ponto. Voltei em casa, peguei o fluido e meu novo "ajudante":


Esse funil estava jogado num canto da empresa que foi da minha família (hoje fechada). Levei pra casa, limpei bem a parte interior dele pra livrá-lo de resíduos que tivessem sobrado e guardei, esperando a chance de poder usar. Só lamento que na pressa não tenha tirado fotos, mas garanto que a operação ficou 110% mais fácil com ele.

Aliás, nesse mesmo dia, aconteceram dois outros fatos: me distraí conversando com o porteiro e, além de encher demais o reservatório, fechei o banco com a chave do Jarvis dentro!
Como? Simples.
O reservatório do PCX tem uma "janela" de observação que é fixada na parte superior por uma presilha plástica que só sai mediante uso de ferramenta. Na pressa, usei a chave. E na mesma pressa - e distração - deixei a chave no porta-objetos.

E agora?

Bateu o desespero e tentei forçar o banco a abrir. Claro que a fechadura não cedeu mas, ao menos, consegui enfiar uma boa parte da mão pela lateral do banco, que faz um vão quando puxado pra cima. A sorte foi tamanha que na segunda tateada consegui pegar a ponta do cordão que faz as vezes de chaveiro e puxar. Não deu nem tempo de decidir entre rir e chorar, subi no Jarvis e me mandei. Cheguei no serviço - juro! - as 7:56 em ponto.

E fica o alerta pros donos de PCX: cuidado com os pertences que são colocados/deixados sob o banco. O vão que se forma forçando o banco pra cima é de tamanho considerável, portanto olho vivo nesse quesito.
                                                              
                                                                     -*-*-*-*-

E assim a vida segue, rumo aos 4000 km.

Abraços Cotidianos!



quarta-feira, 29 de junho de 2016

E o vento soprou a favor!

Olá, pessoal!

Muito tempo sem postar nada aqui, não é? Muitas coisas acontecendo num curto espaço de tempo me deixaram afastado não apenas do blog, mas da internet como um todo.

Bom, o mais importante é que depois de nove meses parado, finalmente consegui um emprego! Assumi uma vaga de consultor técnico numa concessionária, função essa que exerci por mais de 16 anos em outra marca. A partir de julho, volta a velha e gratificante rotina de 44 horas semanais.
Se por um lado isso é bom, por outro significa uma diminuição no uso da frota do Velocidade.

Explico:
Meu novo local de trabalho fica a menos de 1 km de onde moro, ou seja, chega a ser um desaforo ir pro trabalho de carro ou de moto. Fora que o local em questão é um dos pontos mais complicados de Santos em termos de estacionamento (são duas faculdades e um hospital, fora os moradores dos prédios próximos que não tem garagem). Sai mais em conta - além de mais prático - ir de ônibus (o ponto é em frente de onde moro) ou bicicleta.

Mas isso não quer dizer que não teremos mais notícias dos nossos heróis. Especialmente o Jarvis, que está caminhando pra revisão dos 4000 km. Fiquem ligados para novas postagens.

Abraços cotidianos!

quinta-feira, 2 de junho de 2016

[pensata] Presente, pretérito e futuro... sempre imperfeitos

Esses dias fez um tantinho de sol por aqui e num desses sábados que a gente tem tempo livre sobrando - mais especificamente, o sábado da final da Liga dos Campeões da UEFA - resolvi pegar a bicicleta e sair. Sair só por sair mesmo, desenferrujar a musculatura e a mente.

Tudo azul...

Depois da pedalada, sentei num banco pra tirar umas fotos e fiquei olhando pra ela e pensando no monte de imperfeições que ela ainda tem. Essa pintura, por exemplo, não tem três meses que foi feita e já saiu descascada da bicicletaria. O "artista" fez uma pintura fosca que só de olhar feio já descasca. Bonita na foto, uma merda na vida real. Por conta própria meti verniz na danada. Ficou outra merda. Umas partes ficaram ásperas, outras mais lisas. Pelo menos é uma proteção, ainda que canhestra.

(ah, é o câmbio dianteiro virou enfeite depois de remontado, só pra constar...)

Ela é assim, toda imperfeita. Desde que a descobri numa caixa, ainda na cor rosa, ela foi assim. Sempre faltou alguma coisa, sempre tinha um detalhe a ser corrigido, sempre uma correção de rota.

E, mesmo assim, eu gosto dela desse jeito. Esse jeito meio torto, meio transgressor de ser. Uma não-conformidade ambulante. E anda. Do jeito dela, mas anda.

E por que eu gosto dela assim, desse jeito? Não era mais fácil procurar uma bicicletaria (ou bike shop, como gostam os moderninhos), jogar um maço de dinheiro no balcão e dizer "só me liga quando estiver perfeita"?

Pode ser.

Mas há quem diga que tudo perfeito demais se torna monótono. Enfadonho. Chato. Até o ponto que se torna descartável.

Vai ver, por isso eu gosto dela assim. Vai ver, por isso eu gosto desse Q.I. (Quociente de Imperfeição) que se encontra em tudo na vida.

Meu carro não é perfeito.
Meu scooter não é perfeito.
Eu, então, pfff...
Nada é perfeito.

Mas é bom assim.
Sempre é bom assim.

"sou errada
sou errante
sempre na estrada
sempre distante
vou errando enquanto o tempo me deixar"